Alquimia

Muito além da primitiva busca química de tentar transformar metais vulgares em ouro físico, esta antiga arte é compreendida na tradição maçónica egípcia como a mais profunda metáfora para a transmutação humana. Representa o laboratório psicológico e espiritual onde o indivíduo trabalha incansavelmente para purificar a sua própria natureza, eliminando as camadas densas do seu ego e da sua ignorância.

Nos graus filosóficos superiores, os seus símbolos clássicos (como o enxofre, o mercúrio, o sal e o atanor) são utilizados como ferramentas práticas para o despertar interior. O maçom torna-se, em simultâneo, o alquimista e o próprio chumbo, submetendo a sua alma ao fogo purificador para forjar uma consciência nova e iluminada, perfeitamente em sintonia com a ordem cósmica.